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Olhar apurado

em Olhar apurado, Viagem
29 ago, 2018

VI, VIVI, CLIQUEI: A ENCANTADORA ROMA

Com 2700 anos de história, Roma é daquelas cidades que nos deixam boquiabertos, sabe? Impossível não se encantar! De Coliseu a Fontana di Trevi, da boemia pulsante nas ruas até os tesouros dentro do Vaticano, é tudo encantador. A cidade é capital da Itália e, portanto, um pouco caótica como todas as capitais, mas na mesma proporção que existe o caos, existem também toneladas de história. Fiquei encantada com a sensação de pisar em um lugar tão antigo e não conseguia não tentar imaginar tudo que já acontecera por ali. Enfim, esses foram alguns dos registros que ficaram de lá. Eu não havia compartilhado a maior parte deles e achei convidativo dividir com vocês.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Highlights da cidade:

-Coliseu

-Fontana Di Trevi

-Fórum Romano

-Vaticano

-Ponte Vittorio Emanuele II

-Piazza Navona

-Trastevere (bairro mais boêmio da cidade)

-Museu Maxxi

-Piazza della Rotonda

-Piazza Campo di Fiore

-Galleria Borghese e seus jardins maravilhosos

-Galleria Nazionale d’Arte Moderna e Contemporânea

 

Itália, te AMO!

Ahhh, além de Roma também visitamos Firenze e a Toscana. Vocês querem ver as outras fotos? Posso compartilhar aqui!

 

Nos vemos em breve…

 

Com amor, Mônica

 

 

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em Olhar apurado
26 jul, 2018

Campanha Tita.Co

Vocês provavelmente já me viram falando da Tita.Co, marca que eu vi crescer e que carrega no seu DNA um conceito maravilhoso. Todas as peças são produzidas com algodão orgânico e com tingimentos naturais… lingerie que faz, literalmente, carinho no nosso corpo. Além disso é tudo produzido no Brasil, com uma cadeia produtiva super respeitosa. Resumindo, lindeza do começo ao fim. Dito isso, preciso contar que a marca tá embarcando para suas primeiras empreitadas internacionais e, pensando nisso, clicamos a campanha abaixo, que vai ilustrar tudo isso por esse mundão afora. As fotos foram feitas por mim e eu to muito feliz (and orgulhosa) em compartilhá-las aqui com vocês. Espero que vocês gostem! Voa longe, Tita.Co!

 

 

 

 

 

 

 

FICHA TÉCNICA

Fotografia: Mônica Benini

Modelo: Nina Mendes

Direção de Arte e Concepção: Mônica Benini e Luiza Bartz

 

 

Nos vemos em breve…

Com amor, Mônica.

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em Olhar apurado
12 jul, 2018

AGENDA CULTURAL 2

É com muito carinho que apresento a segunda edição da nossa agenda cultural. Aproveita esse período de férias para curtir o melhor que São Paulo tem para oferecer!

 

 

Vejo vocês em breve!

 

Com amor, Monica

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em Olhar apurado
31 maio, 2018

AGENDA CULTURAL 01

 

Eu acredito que uma das melhores coisas de se viver em uma cidade como São Paulo é a opção infinita de programas, festas, eventos, museus. A cidade borbulha com uma cena artística super viva e poder presenciar isso é um grande presente. Pensando nisso, resolvi reunir o que tá rolando de mais legal em museus, galerias e shows – meus rolês favoritos – em uma Agenda Cultural Periódica. Ela será atualizada e repostada sempre, pra vocês poderem ter acesso fácil a programas deliciosos de se fazer a dois, com os amigos, sozinho…

Espero que vocês gostem da idéia e se divirtam muito por aí.

 

 

 

Vejo vocês em breve!

 

 

Com amor, Monica

 

 

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em Olhar apurado
25 abr, 2018

IMERSÃO – UM MERGULHO NO UNIVERSO DE BAUHAUS

No final do ano passado escrevi um post sobre a Bauhaus, contando brevemente sobre a minha relação de amor com essa escola e com a inspiração que ela traz frequentemente pra minha vida. Comentei que faria uma série de posts e, por esse motivo, estou voltando com o mesmo tema. Na ocasião da minha pesquisa, acabei visitando duas das cidades sede da Bauhaus, na Alemanha, suas instalações e acervos. Do alto de toda a emoção daquela viagem, escrevi esse texto abaixo e acho tão “fofinha” minha emoção descrita ai, que resolvi compartilhar…

 

-“De Berlin a Dessau, a cidade mais importante da Bauhaus, onde a escola pôde florecer de forma ímpar, foram algumas horas de trem, percorrendo um caminho lindo e cheio de anseios”-

Era dia 27 de fevereiro de 2016 quando meu despertador tocou naquela manhã gelada, típica do inverno alemão. O sol entrava pela janela do quarto do hotel, enquanto meu coração já nos primeiros momentos do dia, batia acelerado, não se contendo de euforia com o que estava por vir.

O céu azul. O vento frio. A umidade vinda do rio que passava ao lado dos arquivos da Bauhaus de Berlin. O barulho da água, a necessidade introspecção. A música clássica que ressoava nos fones de ouvido,  o sketchbook debaixo do braço, a câmera fotográfica a postos. A ânsia por descobrir, desvendar e revelar de forma mais clara o que povoava minha cabeça de forma tão onipresente nos últimos meses. Ali estava uma grande parte do legado deixado por estas pessoas que tanto me inspiram. Me permiti adentrar o acervo do museu sem pressa. Sentada no chão, anotava vorazmente tudo: o que passava pela minha cabeça, o que via, as informações que colhia e as sensações que sentia. Ali, passaram-se seis horas num espaço que poderia ser percorrido em uma hora no máximo. Dessa forma,  categoricamente, começava  minha imersão.

28 de fevereiro. De Berlin a Dessau, a cidade mais importante da história da Bauhaus, onde a escola pôde florescer de forma de ímpar, foram algumas horas de trem, percorrendo um caminho lindo e cheio de anseios. A chegada em Dessau foi na madrugada e, ao primeiro raiar do sol,  eu estava a postos para desfrutar da forma mais intensa que eu pudesse daqueles momentos inesquecíveis que estavam por vir.

O prédio da escola abria para visitação às dez horas da manhã e eu, pontualmente, estava ali. Me rendi aos ensinamentos de Johannes Itten e, antes de colocar meus pés dentro do prédio de Bauhaus, meditei ali mesmo, no pátio da escola onde tanta coisa aconteceu enquanto a Bauhaus despontava totalmente transgressora. Me concentrei na minha respiração, em tudo que desejava para aquele dia, nos meus anseios. Repeti meu mantra da forma mais centrada que eu lembro ter conseguido. Me despi de toda e qualquer influência do mundo exterior e me permiti embarcar em uma das viagens mais inesquecíveis da minha vida.  Celular em modo avião, sketchbook a postos e câmera na mão. Entrei de forma supersticiosa, com o pé direto, naquele prédio tão emblemático.

Mergulhei. As paredes eram frias. Mas cheias de vida. O sábio uso das cores causava a impressão de estar vagando por uma tela, que poderia ser de qualquer um dos artistas que passaram por aí. Andei pelos corredores sozinha, só escutando o ecoar dos meus passos pelos longos corredores vazios…Me deixei levar pela curiosidade que me fez percorrer cada centímetro daquele lugar, tocar as plaquinhas fixadas ao lado de cada uma das portas e que indicavam onde, outrora, funcionara a Oficina de Metal, o auditório, as salas de aula.  Quanta emoção! Estava vendo e sentindo sob meus olhos os cenários das fotos e dos registros que povoavam minha cabeça. Chorei. Mas, como não chorar?

Depois de viver cada pedaço daquele prédio, voltei à rua gelada. Caminhando, me dirigi às casas dos mestres. As percorri uma a uma. A casa remodelada do Gropius, Kandinsky e Paul Klee, pude ver as cores escolhidas por eles para cada uma das paredes, para cada um dos cômodos, a forma com que viviam na intimidade, a relação com o espaço. Lembro de ter sentado na escadaria da casa de Kandinsky, incrédula, me permitindo digerir com calma tudo aquilo. Me descobri, literalmente, no meu tema e percebi que, embora acreditasse que eu o tivesse escolhido, foi ele quem me escolheu. Meu amor e minha admiração por todo o legado da Bauhaus traduzido em imagens.

Quem ai também é apaixonado pela Bauhaus? Já teve a chance de visitar esses lugares? Conta aí nos comentários, vou amar trocar essas figurinhas com vocês!

 

 

Até breve!

 

 

Com amor, Monica.

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18 abr, 2018

EDITORIAL DAY DREAMER | KEYMONO PROJECT

A fotografia, como já falei muitas vezes aqui, acompanha meus dias e minha vida desde a infância. Cresci com um pai que vivia com a câmera fotográfica em punho, filmando e fotografando todos os passos que dávamos. Creio que aí é que foram plantadas as primeiras sementinhas, pra essa minha paixão tornar-se o que é hoje em dia. Passaram-se alguns anos e eu saí de casa e fui trabalhar como modelo. Vivi em vários lugares, fotografei com inúmeros fotógrafos e vivenciei coisas que não poderiam ficar guardadas somente na minha memória. Eu, assim como meu pai, registrava tudo. No início fotografava com uma câmera super amadora, mas já me divertia muito a ideia de “enquadrar a vida”. E enquanto o interesse por fotografia aumentava, o equipamento ia melhorando… Se unirmos isso ao fato de que eu estudei moda e sou designer, fica quase impossível não resultar no que eu vim apresentar pra vocês: o primeiro editorial fotografado e co-criado por mim e pela Keymono Project.

Aonde isso vai parar eu não sei, só sei que foi clicado com o coração e que me deixou tão, mas tão feliz que eu não pretendo parar por aqui. Realizada demais por poder compartilhar isso com vocês e por ter dado esse primeiro passo com o pé direito, com um time lindo e cheio de amor. Obrigada, obrigada, obrigada!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Deixem aqui nos comentários o que vocês acharam desse trabalho, vou AMAR saber a opinião de vocês!

Ah, e pra ver o editorial é só acessar esse LINK.

Beijos, Monica.

 

FICHA TÉCNICA

Fotografia: Monica Benini

Cabelo e Maquiagem: Cinara Werner

Modelo: Katine Benini

Direção de Arte e Concepção: Keymono Project + Monica Benini

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em Olhar apurado
22 jan, 2018

VI, VIVI, CLIQUEI: OS ÚLTIMOS DIAS DE 2017 E OS PRIMEIROS DE 2018

É até engraçado o quão importante é a fotografia em minha vida. Papo de vício, mesmo… Daqueles que vêm piorando com o tempo, sabe? Hahahah…  Já (praticamente) não consigo ir a lugar algum sem uma câmera em punho, e “observar a vida em ângulos”, realmente se tornou minha forma de ver o mundo.

Assim, vou colecionando gigabites em imagens, congelando momentos e revisitando sempre que bate uma saudadinha. Compartilho muita coisa pelo meu Instagram, mas existe uma quantidade enorme de fotos que acabam ficando guardadas em pastas nos hd’s da vida. Por isso, resolvi criar esse tópico: pra compartilhar por aqui fotos que acabariam não sendo postadas. Mostrar um pouquinho mais o que meus olhos vêem, compartilhar com vocês mais alguns fragmentos da minha vida.

Nesse post, fotos dos últimos dias de 2017 e algumas do início de 2018. Teve praia, teve campo, teve muito amor, família e amigos queridos. Que delícia começar um novo ciclo assim, não é? E que esse realmente seja o tom dos 343 dias que vêm pela frente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É uma delícia compartilhar com vocês… e eu espero que vocês curtam tanto quanto eu. Deixem aqui nos comentários o que vocês acharam da idéia? Se gostarem, prometo voltar com muitos outros clicks!

 

See u soon!

 

Com amor, Monica

 

 

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24 nov, 2017

BAUHAUS, mi amor…

Já faz algum tempo que eu venho ensaiando um post sobre esse tema… Desde que tomei conhecimento sobre a Bauhaus, há muitos anos, me encantei. O tempo passou, e, em meados de 2015, me vi buscando um tema para um trabalho de conclusão de curso. E a Bauhaus começou a povoar meus pensamentos novamente. Confesso que, de início, escolher esse tema não me pareceu uma excelente ideia, afinal, é um tema MUITO explorado e seria difícil interpretá-lo de uma forma original. Mas, como toda moeda tem dois lados, foi justamente esse o motivo, depois de alguma reflexão, que me fez escolhê-lo mesmo assim: era um tema perfeito, desafiador. Estava decidido, então, qual seria o assunto do meu ano intenso de pesquisas.

Tenho verdadeira paixão pelo assunto. Mas devo dizer que, ao longo do meu processo de pesquisa, percebi que na verdade foi o tema que me escolheu e não o contrário. Essa identificação, tão grande, fez com que o trabalho fosse carregado de emoção. Isso sem deixar de contar que, lá no início, quando comecei a pensar sobre o assunto, nem imaginava que seria assim, afinal, eu tinha somente um conhecimento muito raso e breve. O resultado do estudo foi muito rico para mim, por isso resolvi compartilhar com vocês, aos poucos, os pontos mais interessantes. Foram pilhas e pilhas de livros, horas intermináveis em frente ao computador, e uma viagem (das mais especiais da minha vida) à Alemanha, mais precisamente a duas cidades-sede da Bauhaus.

 

Mas, afinal, o que é a Bauhaus? Ela foi uma escola de arte, design e arquitetura que foi capaz de mudar o aspecto da modernidade. Quando a Bauhaus surgiu, o mundo enfrentava um período bastante caótico. Cabeças utópicas entendiam, principalmente depois da Primeira Guerra Mundial, que uma nova forma de ver o mundo era necessária. Um novo despertar, nas mais diferentes formas de expressão artística: na arquitetura, no comportamento, na vida.

Dessa forma, de mente aberta, em um período de quatorze anos, intercalado entre duas guerras mundiais (1919 – 1933), a Bauhaus foi pioneira na fusão de arte, artesanato e tecnologia aplicada à pintura, escultura, desenho, arquitetura, cinema, fotografia, tecelagem, cerâmica, teatro e instalações artísticas. Em resumo, sua história é a história do surgimento do design moderno. Walter Gropius, fundador da Bauhaus, dizia que o design poderia reestruturar a sociedade alemã de melhor maneira, mais coesa e democrática. Mal sabia ele que sua escola influenciaria o mundo todo, não apenas a Alemanha. A Bauhaus veio como um respiro, um lugar onde as mentes criativas se encontravam para construir uma obra de “arte total”, que unisse diferentes formas, técnicas e meios, na qual o design se tornava a síntese de todas as artes e ofícios, sob o amparo da arquitetura. Um território sem barreiras, sem limites para a liberdade de expressão.

A Bauhaus foi pioneira na forma como tratava seus alunos, colocando ênfase no ensino, nas emoções, nos sentidos e no intelecto de cada um, assumindo que estes traços são particulares, repeitando e incentivando a individualidade. Desejavam que o aluno se descobrisse, antes de descobrir o que gostaria de fazer. Que se libertasse de todas as amarras internas, para então livrar-se de todas as convenções e regras sociais e ter coragem de errar e “voar”.

Em suas três localizações consecutivas, Weimar, Dessau e Berlin, a escola foi testemunha de um intercâmbio carismático e criativo entre professores e estudantes de diversos estilos e preferências artísticas, unidos em seus ideais e interesses por uma obra de “arte total”que englobasse diferentes práticas e meios. As ideias vanguardistas e a total liberdade de expressão deram lugar a criações que são verdadeiros ícones do design moderno, deixando de herança um incalculável patrimônio para a humanidade.

 

Espero que essas breves pinceladas na história inspirem de alguma forma vocês que me acompanham. Obrigada por estarem aqui.

 

Com amor, Monica

 

 

 

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em Olhar apurado
17 jul, 2016

A atemporalidade de Paulo Mendes da Rocha

O capixaba Paulo Mendes da Rocha é um arquiteto e urbanista de 87 anos formado pelo Mackenzie e que tem obras super relevantes em seu currículo. A arquitetura, ao meu ver, é arte… É um prato cheio para os amantes do design como eu, por isso é inevitável que esse seja um assunto recorrente por aqui.  Em 2006, quando Oscar Niemeyer era o único brasileiro a ter recebido o Pritzker Prize (o Oscar da arquitetura), foi a vez de Mendes da Rocha ser reconhecido com o prêmio máximo da sua área.

Na época, o júri defendeu a premiação alegando que Paulo tem uma grande preocupação em atender as necessidades estéticas e sociais do homem através da arquitetura. Sua especialidade é revitalizar espaços urbanos, lidando com uma extrema responsabilidade sobre os usuários do espaço planejado e sobre a sociedade com um todo.

Paulo Mendes da Rocha

Paulo Mendes da Rocha

A Pinacoteca de São Paulo é um dos meus lugares preferidos na cidade e a intervenção arquitetônica no prédio nos anos 2000, rendeu ao capixaba o prêmio Mies van der Rohe. Quem já foi, entende quando digo que é um dos meus lugares favoritos. É um lugar cuidadosamente desenhado para receber centenas de pessoas diariamente. Com muita luz natural, a Pinacoteca é extremamente aconchegante e fotogênica, impossível entrar lá e não clicar.

Pina 03

Pina 02

pina 01

Outra obra muito popular em São Paulo é o Museu Brasileiro da Escultura, o MuBE que fica do lado do MIS. O prédio, em concreto aparente, tem áreas abaixo do nível da calçada, o que proporciona um silêncio atípico na região e um desenho que lembra uma arena. O desenho do MuBE reafirma a especialidade de Mendes da Rocha de desenvolver soluções criativas, mas harmoniosas com a paisagem. Aliás, curiosidade: no MuBE tem um jardim projetado pelo Burle Marx (já falei dele aqui).

MuBE 01

MuBE 03

MuBE 02

A Praça do Patriarca, no centro histórico de São Paulo, é uma das mais antigas da cidade. Construída em 1912, foi revitalizada anos depois e o pórtico de Mendes da Rocha é parte da revitalização que marcou o centro de São Paulo em 1992.

Portico metalico concebido pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha na Praca Patriarca, em Sao Paulo. O arquiteto foi o vencedor do Prêmio Pritzker 2006, o mais importante da arquitetura mundial. / Patriarca Square, Sao Paulo SP, Brazil. The gateway to Prestes Maia gallery, with a large suspended canopy, by Paulo Mendes da Rocha, a Brazilian architect, honored with the Mies van der Rohe Prize (2000) and the Pritzker Prize (2006)

fonte: argosfoto.com.br

Outros importantes projetos do arquiteto:

Estádio Serra Dourada, cartão postal de Goiania

Estádio Serra Dourada, cartão postal de Goiania

Cais das Artes - Copia

Cais das Artes em Vitória (ES), sua cidade natal

Cias das Artes

Cais das Artes

Paulo é, até hoje, muito procurado para projetos ousados e reformas e revitalizações de obras antigas… Em maio deste ano, aos 87 anos de idade, Paulo recebeu  o prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza pela atemporalidade da sua arquitetura. Mesmo décadas depois de construídos, seus projetos resistem aos avanços do tempo e das tendência. Considerado um profissional desafiador, inconformado, apaixonado e realista, sua visão estética adapta-se a todas as flutuações de tendências. Um visionário arquitetônico que merece todas as honras e méritos.

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em Olhar apurado
17 jun, 2016

Rosa Quartzo & Serenity

A pantone elegeu “rose quartz” e “serenity” como as cores de 2016. A escolha foi por identificarem um consciente coletivo buscando por bem estar, paz, tranquilidade e serenidade. E é exatamente isso que essas cores trazem.

Um dos meus hobbies é passear pelo Pinterest pra me inspirar e separei algumas imagens com o tema da Pantone pra dividir a inspiração com vocês. imageimageimageimageimageimageimageimageimageimageimageimage

No fim, depois de ver essas imagens, a gente fica até mais feliz, né? <3

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